sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Mais de 75% dos brasileiros consideram sua situação financeira boa ou excelente.

Por @nielsenbr

Na recente pesquisa ‘Confiança do Consumidor do 3º trimestre de 2012’, divulgada pela Nielsen, foi mostrado que, nos próximos meses, os brasileiros consideram que suas finanças pessoais serão excelente ou boa. O percentual é o mais elevado da América Latina. No trimestre anterior, esse índice era de 73%. Agora, chega a 77%.  
A confiança do consumidor brasileiro também cresceu quatro pontos, atingindo 110; e também está acima da média da América Latina, com 94. Consequência desta confiança é a forma que o consumidor pretende gastar o dinheiro excedente. 41% quer utilizar com entretenimento fora do lar, prioridade que no trimestre passado era quitar dívidas e empréstimos. 
De acordo com o analista de mercado da Nielsen, Claudio Czarnobai, a prioridade de gasto se modificou porque acompanhou a recuperação do governo frente à economia nacional. “A aposta do governo em ações de incentivo ao consumo aliada à manutenção de baixas taxas de desemprego torna o brasileiro ainda mais confiante para gastar com opções consideradas mais supérfluas”.
Preocupações
Enquanto a maior preocupação na América Latina é a estabilidade com o emprego (18%), o brasileiro se diferencia novamente e tem como a sua primeira preocupação o equilíbrio no trabalho e na vida (20%). Em seguida vem a saúde, com 17%.  Educação e sustento dos filhos e economia estão na terceira e quarta posição, com respectivamente, 11% e 10%.
E se tratando de economizar, muitos se engajaram na redução das despesas domésticas. Sendo assim, 61% dos brasileiros gastaram menos com roupas novas e 58% reduziram gastos telefônicos. Mas, quando questionado se permanecerá nesta economia quando sentirem as condições econômicas melhorarem, apenas 32% continuarão gastando menos com roupas novas e 43% com despesas telefônicas.
“Apesar das oscilações ao longo do ano, o brasileiro mantém alta confiança no seu poder de compra e na economia nacional, porém também atento com reduções de despesas. O maior nível de preocupação com saúde e educação do que o restante da América Latina reflete nitidamente os problemas estruturais do país, que são grandes entraves para um crescimento econômico ainda maior”, finaliza Czarnobai.Mais 
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